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15 outubro 2012

SINAIS E EXAMES


Todas as crianças devem fazer exames de desenvolvimento de rotina com o pediatra. Podem ser necessários mais testes se o médico ou os pais estiverem preocupados. Isso deve ser feito principalmente se uma criança não atingir os seguintes marcos de linguagem:

  • Balbuciar aos 12 meses
  • Gesticular (apontar, dar tchau) aos 12 meses
  • Dizer palavras soltas antes aos 16 meses
  • Dizer frases espontâneas de duas palavras aos 24 meses (não só repetir)
  • Perder qualquer habilidade social ou de linguagem em qualquer idade
  • Essas crianças poderão fazer uma avaliação auditiva, teste de chumbo no sangue e teste de triagem para autismo (como a lista de verificação de autismo em crianças [CHAT] ou o questionário para triagem de autismo).
  • Um médico experiente no diagnóstico e tratamento de autismo normalmente é necessário para fazer o diagnóstico. Como não há testes biológicos para o autismo, o diagnóstico muitas vezes será feito com base em critérios muito específicos de um livro chamado Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 4º ed.
  • Uma avaliação de autismo normalmente inclui um exame físico e neurológico completo. Pode incluir também alguma ferramenta de exame específica, como
  • Entrevista diagnóstica para autismo revisada (ADI-R)
  • Programa de observação diagnóstica do autismo (ADOS)
  • Escala de classificação do autismo em crianças (CARS)
  • Escala de classificação do autismo de Gilliam
  • Teste de triagem para transtornos invasivos do desenvolvimento, estágio 3
  • As crianças com autismo ou suspeita de autismo normalmente passarão por testes genéticos (em busca de anomalias nos cromossomos).

O autismo inclui um amplo espectro de sintomas. Portanto, uma avaliação única e rápida não pode indicar as reais habilidades da criança. O ideal é que uma equipe de diferentes especialistas a avalie. Eles podem avaliar:

  1. Comunicação
  2. Linguagem
  3. Habilidades motoras
  4. Fala
  5. Êxito escolar
  6. Habilidades de pensamento

Às vezes, as pessoas relutam em fazer o diagnóstico porque se preocupam em rotular a criança. No entanto, sem o diagnóstico, a criança pode não receber os tratamentos e os serviços necessários.
TRATAMENTO
Um programa de tratamento precoce, intensivo e apropriado melhora muito a perspectiva de crianças pequenas com autismo. A maioria dos programas aumentará os interesses da criança com uma programação altamente estruturada de atividades construtivas. Os recursos visuais geralmente são úteis.
O tratamento tem mais êxito quando é direcionado às necessidades específicas da criança. Um especialista ou uma equipe experiente deve desenvolver o programa para cada criança. Há várias terapias disponíveis, incluindo:

  • Análise aplicada do comportamento (ABA)
  • Medicamentos
  • Terapia ocupacional
  • Fisioterapia
  • Terapia do discurso/linguagem
  • Terapias de integração sensorial e da visão também são comuns, mas há poucas pesquisas que comprovam sua eficácia. O melhor plano de tratamento pode usar uma combinação de técnicas.

ANÁLISE APLICADA DO COMPORTAMENTO (ABA)
Este programa é para crianças pequenas com algum distúrbio dentro do espectro do autismo. Pode ser eficaz em alguns casos. 
A ABA usa uma abordagem de aprendizado individual que reforça a prática de várias habilidades. O objetivo é que a criança se aproxime do funcionamento normal do desenvolvimento.
Os programas de ABA normalmente são feitos na casa da criança sob a supervisão de um psicólogo comportamental. Esses programas podem ser muito caros e não foram amplamente adotados pelos sistemas escolares. Os pais muitas vezes procuram financiamento e auxílio profissional em outros lugares, o que pode ser difícil em muitas comunidades.

TEACCH
Outro programa é o Tratamento e educação para autistas e crianças com déficits relacionados à comunicação (TEACCH). O TEACCH foi desenvolvido como um programa estadual na Carolina do Norte, EUA. Ele utiliza programas com imagens e outros recursos visuais que ajudam a criança a trabalhar de forma independente e a organizar e estruturar seu ambiente.
O TEACCH tenta melhorar as habilidades e a adaptação de uma criança, ao mesmo tempo que aceita os problemas associados aos distúrbios dentro do espectro do autismo. Diferente dos programas de ABA, os programas TEACCH não esperam que as crianças atinjam o desenvolvimento normal com o tratamento.
MEDICAMENTOS
Muitas vezes são usados medicamentos para tratar problemas comportamentais ou emocionais que os autistas apresentem, incluindo:

  • Agressividade
  • Ansiedade
  • Problemas de atenção
  • Compulsões extremas que a criança não pode controlar
  • Hiperatividade
  • Impulsividade
  • Irritabilidade
  • Alterações de humor
  • Surtos
  • Dificuldade para dormir
  • Ataques de raiva

Atualmente, somente a risperidona foi aprovada para tratar a irritabilidade e a agressividade do autismo que podem ocorrer em crianças de 5 a 16 anos. Outros medicamentos que também podem ser usados incluem ISRSs, divalproato de sódio e outros estabilizadores de humor e possivelmente estimulantes, como o metilfenidato. Não há medicamentos para tratar o problema subjacente do autismo.
DIETA
Algumas crianças com autismo parecem responder a uma dieta sem glúten ou sem caseína. O glúten é encontrado em alimentos que contêm trigo, centeio e cevada. A caseína é encontrada no leite, no queijo e em outros produtos lácteos. Nem todos os especialistas concordam que as mudanças na dieta fazem diferença, nem todas as pesquisas sobre esse método mostraram resultados positivos.
Se você está considerando essas ou outras alterações alimentares, fale com um médico especialista no sistema digestório (gastroenterologista) e com um nutricionista. Você deve garantir que a criança continue ingerindo calorias e nutrientes suficientes e que tenha uma dieta balanceada.
OUTRAS ABORDAGENS
Existem muitos tratamentos anunciados para o autismo que não têm base científica e histórias de "curas milagrosas" que não atendem às expectativas. Se seu filho tem autismo, pode ser útil falar com outros pais de crianças autistas e com especialistas em autismo. Acompanhe o avanço das pesquisas na área, que está se desenvolvendo rapidamente.
Em um momento, houve muita empolgação com o uso de infusões de secretina. Agora, depois de muitas pesquisas realizadas em vários laboratórios, é possível que a secretina não faça nenhum efeito. No entanto, as pesquisas continuam.

fonte:http://medico.uol.com.br/br/topic/autismo/sinais-e-exames#

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