Pesquisar este blog

codigos blog

assine o feed

Postagens

acompanhe

Comentários

comente também

Seguidores e seguidos!

28 fevereiro 2012

Santana De Parnaíba É Vencedora Do III Prêmio Chopin Tavares De Lima – Novas Práticas Municipais Com O Projeto “Natação Adaptada”

A administração do Prefeito Silvinho Peccioli conquista novamente um título importante para o município. É que na manhã da última quinta-feira (08/12), a cidade foi uma das 12 vencedoras do III Prêmio Chopin Tavares de Lima – Novas Práticas Municipais. Com a experiência “Natação Adaptada”, única cidade a ser premiada com um título na área de esporte, o evento foi realizado pelo Centro de Estudos e Pesquisas de Administração Municipal (Cepam), na sede da fundação, que fica na Cidade Universitária, em São Paulo

Estiveram presentes ao evento, o secretário de Atividade Física, Esporte e Lazer (SMAFEL) Darlan Chiló Bastianon, responsáveis pelo Projeto de Natação Adaptada da cidade Cristina da Palma Rosa, Viviane Kobayashi e Diego Delfin, o coordenador do Projeto Oficina Escola de Artes e Ofício (POEAO) Turinã Inácio, o engenheiro José Antonio Friguetto e o responsável por enviar os projetos do município ao Cepam Mário Bacarelli.


Com o objetivo de premiar as iniciativas inovadoras que constituem referência para outros municípios na solução de suas demandas e na promoção de avanços sociais, nesta edição, foram inscritas 204 experiências provenientes de 174 cidades, que representaram as 12 regiões administrativas do Estado de São Paulo. Após a análise e visita dos técnicos do Cepam, 12 finalistas foram premiadas, dentre elas, Santana de Parnaíba com o projeto da área de atuação Direitos da Pessoa com Deficiência.


Durante a premiação, a técnica responsável pelo prêmio Silvia Regina Salgado fez questão de enfatizar que o município parnaibano foi o único que trouxe uma experiência na área de esporte. “Das 174 cidades participantes, desta edição do Prêmio Chopin Tavares de Lima, Santana de Parnaíba foi a única que trouxe uma iniciativa na área esportiva e com uma experiência como esta de natação adaptada”, disse.


Feliz com o reconhecimento, o secretário da SMAFEL Darlan Chiló Bastianon atribuiu o prêmio aos investimentos que foram feitos ao longo do ano, pela administração de Silvinho Peccioli. “É uma alegria muito grande receber esse prêmio, primeiro, porque o atual grupo político investiu e vem investindo muito nesta área do esporte, tanto que vários dos nossos atletas com deficiência foram destaque em competições esportivas, de torneios nacionais e internacionais. Esse prêmio, na verdade, é uma soma dos esforços e incentivos à área, ao longo desses anos, tanto para os nossos atletas, como para os nossos profissionais, que a cada dia se qualificam e se aprimoram no conhecimento da prática esportiva adaptada”.


Também foram premiados os seguintes municípios: Caraguatatuba (Programa Uso do Google Earth no Combate da Dengue), Grande ABC (Programa Casa Abrigo Regional), Cubatão (Programa Cartão Servidor Cidadão), Guararema (Cartão Cidadania), Guarujá (Programa de Atendimento à Criança com Autismo), Hortolândia (SAPL/HT – Ata Eletrônica – Processo Legislativo Eletrônico), Junqueirópolis (Programa Nacional de Alimentação Escolar), Onda Verde (Projeto Educação Tecnológica Integrada e Inclusão Digital), Penápolis (Centro de Educação Ambiental), Santos (Projeto Oficina Escola e Educação Patrimonial) e Tarumã (Agricultura Familiar).


Além da experiência vencedora, Santana de Parnaíba, ainda, participou desta edição do prêmio em mais sete áreas de atuação, das 21 existentes no prêmio, com os seguintes projetos: Administração e Governo (“Informação para todos”, “Sistema de Cursos” e “Guarda Municipal Comunitária”), Câmara Municipal (“Implantação do Sistema de Gestão da Qualidade e Conquista da Certificação ISO 9001:2008”), Cultura (“Projeto Oficina Escola de Artes e Ofícios – POEAO”), Educação (“TCC – A um Passo do Futuro”) e Tecnologia da Informação e Comunicação (“Sistema Contencioso e Desapropriações”). Em todos eles, Santana de Parnaíba recebeu um certificado de participação, além de ter seus trabalhos expostos no site do Cepam.


Natação Adaptada


A natação adaptada foi implantada em Santana de Parnaíba, por meio da Secretaria Municipal de Atividade Física, Esporte e Lazer, em 2005, onde era realizada com outras atividades no “Projeto Viver Valores”, voltada para as pessoas com uma deficiência física, intelectual, autista, visual, doente mental e auditiva.


A ação da Prefeitura tem como finalidade adaptar e criar estratégias nas atividades dentro da natação, de acordo com cada deficiência, visando à inclusão social esportiva, possibilitando novas perspectivas de vida, tanto no cotidiano quanto em eventos competitivos.


A atividade é desenvolvida para os munícipes e, também, às pessoas da região, a partir de dois anos. Ao todo, são cinco unidades esportivas com piscinas cobertas e aquecidas, devidamente adequada ao público.


Na natação adaptada, os participantes com deficiência física ou com outras deficiências de grau leve, podem aprender os quatro nados, que são: peito, crawl, costas e borboleta. Na estimulação aquática para atletas com deficiência de grau mais elevado na classificação funcional, os exercícios são feitos dentro d’água, para estimular os músculos e as articulações.


O Prêmio


O Centro de Estudos e Pesquisas de Administração Municipal (Cepam) é uma Fundação ligada à Secretaria Estadual de Planejamento e Desenvolvimento Regional de São Paulo, que apoia os municípios no aprimoramento da gestão e no desenvolvimento de políticas públicas.


O objetivo da premiação é disseminar iniciativas que sirvam de referência para outras administrações municipais, seja por sua replicabilidade, por sua capacidade de articulação, de estabelecimento de parcerias, de efetivação de convênios, de otimização de recursos e de sustentabilidade. A comissão julgadora é formada por representantes de secretarias de Estado e órgãos vinculados, do Instituto Legislativo Paulista, dos municípios paulistas, da Universidade de São Paulo (USP) e do próprio Cepam.


De acordo com o Cepam, uma premiação como esta é uma maneira de criar uma rede solidária entre os municípios, na qual todos possam aprender e aperfeiçoar suas atuações na busca de melhor qualidade de vida para os munícipes.


Essa é a terceira edição do prêmio, que foi instituído em 2004. O título é uma homenagem ao secretário do Interior, no governo de Franco Montoro, Chopin Tavares de Lima.


Texto: Victoria Rapanelli
Fotos: Dener Moraes e  Sávio Barletta
fonte:http://folhapaulistana.com.br/folha/%E2%80%9C/1544/santana-de-parnaiba-e-vencedora-do-iii-premio-chopin-tavares-de-lima-novas-praticas-municipais-com-o-projeto-%E2%80%9Cnatacao-adaptada%E2%80%9D.php

Vacinem seus filhos! Mais um estudo confirma que vacina não causa autismo


Segundo um novo estudo, mercúrio não causa autismo. Essa é mais uma de muitas pesquisas que concluem que os níveis de mercúrio na urina de crianças com autismo não é superior aos níveis de mercúrio na urina de crianças sem a doença.
A ideia desacreditada que uma forma do mercúrio, chamada etilmercúrio, por vezes utilizada em vacinas, pode levar ao autismo levou à redução das taxas de vacinas e aumentos nos casos de doenças evitáveis no mundo, tais como sarampo, rubéola e caxumba.
Mas, mesmo quando o mercúrio deixou de existir nas vacinas de alguns países a partir de 2001, as taxas de autismo continuaram a aumentar.
Os pesquisadores coletaram amostras de urina de 54 crianças com transtornos do espectro do autismo, e compararam com outros três grupos: 115 crianças da população em geral, 28 crianças que frequentavam escolas especiais (principalmente por causa de dificuldades de aprendizagem), e 42 crianças que não tinham autismo, mas tinham um irmão com a condição.
Não houve diferenças, entre qualquer um dos grupos, na concentração de mercúrio encontrada na urina. Os pesquisadores também observaram que os testes de outros metais pesados, tais como o lítio, manganês, cádmio e chumbo, também foram os mesmos em todos os grupos.
Estudos anteriores demonstraram que o etilmercúrio, por vezes utilizados em vacinas, não pode atravessar a barreira sangue-cérebro.
Já uma forma de mercúrio que tem sido associada a problemas do sistema nervoso, chamado metilmercúrio, pode entrar no cérebro a partir do sangue.
Estudos anteriores que analisaram os níveis de mercúrio na urina em crianças com autismo tiveram resultados contraditórios, mas eles envolveram testes de urina de crianças que receberam tratamentos de quelação, o que reduz o nível de mercúrio e outros metais no sangue.
Tratamentos de quelação, que são às vezes impostos a crianças com base na ideia de que podem tratar o autismo ou melhorar os seus sintomas, podem representar riscos para a saúde das crianças. [MyHealthNewsDaily, Foto]
fonte:http://hypescience.com/vacinem-seus-filhos-mais-um-estudo-confirma-que-vacina-nao-causa-autismo/

Treinamento destinado a pais de crianças autistas aumenta eficácia dos remédios

Embora somente medicação ajude em problemas comportamentais, conscientização dos familiares sobre o transtorno favorece o tratamento
Pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, observaram que crianças com autismo respondem melhor ao tratamento com medicação quando ele é associado a um treinamento dado aos pais para lidarem com os problemas dos filhos. O estudo está presente na edição deste mês do periódico Journal of the American Academy of Child & Adolescent 
De acordo com o estudo, crianças com autismo costumam enfrentar problemas comportamentais graves, como dificuldade de interação social e de adaptação e comunicação atrasada. Os pesquisadores mostraram que a medicação sozinha já é capaz de ajudar a amenizar esses sintomas. Porém, ela poderia surtir efeitos melhores se, junto a ela, os pais desses jovens entendessem melhor sobre o problema dos filhos. A pesquisa se refere a um treinamento no qual os pais fazem visitas regulares a uma clínica onde há profissionais que respondem a dúvidas sobre o problema das crianças e qual a melhor maneira de lidar com essas dificuldades.

A pesquisa — Participaram da pesquisa 124 crianças de 4 a 13 anos que tinham autismo e enfrentavam outros problemas de comportamento, como múltiplos e prolongados acessos de raiva e agressividade. Todos os participantes receberam tratamento com medicação, mas somente os pais de alguns deles fizeram parte do programa de treinamento para pais de crianças autistas. Os jovens foram acompanhados por seis meses.

Os pesquisadores observaram que, embora os dois grupos tenham demonstrado melhora na inteiração social e na comunicação funcional dos jovens, o tratamento que associou medicação e treinamento dos pais foi mais eficiente para ajudar tais problemas.

"Problemas graves de comportamento interferem diretamente na vida cotidiana das crianças e na de suas famílias. Diminuir as consequências dessas dificuldades pode facilitar o dia-a-dia desses jovens e melhorar sua qualidade de vida", afirma Lawrence Scahill, coordenador do estudo.

A partir desses resultados, a equipe que realizou o estudo vai desenvolver outra pesquisa para observar como o tratamento feito apenas com o treinamento dos pais, e sem medicação, ajuda crianças autistas. Os pesquisadores também pretendem publicar um manual de treinamento de pais de jovens com autismo a fim de compartilhar esses conhecimentos com o público em geral.



19 fevereiro 2012

agradecimentos aos meus amigos e amigas.wmv

Quero aqui com este video homenagear a todos que contribuiram com ajuda para a compra do tablet para o tratamento do Willian e o que estão contribuindo obrigada Renata Oliveira, Davi Coutinho Rangel,Elizabethe da Souza Rocha Moacy Souza, Conceição Amaro, Fernando Davi Souza Rangel, Patricia Palombo, Tia Fathy Preletora Infantil,
e aos anônimos também vai esta mensagem!

18 fevereiro 2012

Para conhecer a Síndrome de Asperger "Clinicamente, o que mais chama a atenção é a falta de interação social"




O dia 18 de fevereiro marca o dia Internacional da Síndrome de Asperger, em homenagem ao aniversário do médico Hans Asperger, pediatra e psiquiatra austríaco, que, em 1944, chamou a atenção para um grupo particular de crianças com características parecidas com o autismo, porém com particularidades próprias.

Trata-se de um transtorno neuropsiquiátrico muito comum, predominando no menino. Muitos desses pacientes são tidos, apenas, como “um pouco diferentes”. Em todos os lugares, observa-se um número crescente de diagnósticos, talvez, por maior interesse dos profissionais que lidam com o desenvolvimento infantil.


Clinicamente, o que mais chama a atenção é a falta de interação social. São crianças solitárias, que não tem “o melhor amigo”. Frequentemente são rejeitadas pelos colegas de classe. Apesar disso, são meigas, incapazes de se defenderem de agressões. Sofrem bullying com frequência, sendo um dos motivos de rejeição à escola.


Têm uma forma peculiar de comunicação. Empregam frases que memorizaram, porém, não costumam utilizá-las num contexto adequado, tornando difícil a comunicação. A fala é estranha, formal, pedante, de tom monótono. Usam o plural das palavras de forma muito chamativo. A compreensão é limitada, interpretando erroneamente o que ouvem ou leem. Não entendem metáforas ou gírias. A compreensão da linguagem tende ao concreto. Não sabem mentir.


São “desajeitados”, não sabem jogar futebol. Expressão facial, às vezes estranha, com olhar fixo peculiar, muito mais do que um contato visual.


Têm obsessão por certos assuntos, geralmente ligados a transportes, mapas, animais (dinossauros), que se modificam com o tempo. Na escola poderão apresentar interesse específico por matemática, fazendo cálculos de forma genial. Alguns têm história de hiperlexia – capacidade de ler em idade precoce.


Citamos, apenas, algumas das muitas características clínicas desta patologia.


O dia a dia destes pacientes e suas famílias é muito difícil. O mais importante é que tenham um diagnóstico correto e que este seja do conhecimento de todos, com o objetivo de, entre outros motivos, eliminar o preconceito, muito mais danoso do que o próprio transtorno.


Em Fortaleza existe a Associação de Pais de Crianças com Asperger, que pode ser muito útil àqueles que desejam compartilhar experiências ou se sentirem mais amparados.

Lucivan Miranda
Neurologista
infantil, professor do Departamento Materno Infantil da Universidade Federal do Ceará (UFC)
fonte:http://www.opovo.com.br/app/opovo/opiniao/2012/02/17/noticiasjornalopiniao,2786751/para-conhecer-a-sindrome-de-asperger.shtml

Pesquisa indica que autismo afeta todo o cérebro

Uma pesquisa desenvolvida pelo Programa Colaborativo de Excelência em Autismo, do governo americano, descobriu que a doença tem efeitos mais amplos do que se imaginava.

Além de afetar a forma como os autistas se comunicam e se relacionam com outras pessoas, o estudo sugere que a doença atinge também a capacidade de realizar tarefas consideradas complexas, como amarrar os sapatos.

Isso aconteceria, segundo a pesquisa publicada na revista Neuropsicologia Infantil, porque o autismo impede que diferentes partes do cérebro trabalhem juntas, o que afeta a percepção sensorial, os movimentos e a memória dos pacientes.

Os autistas são geralmente classificados como tendo problemas na interação com outras pessoas e na comunicação verbal e não-verbal.
Eles também têm uma tendência a apresentar comportamentos repetitivos e interesses bastante específicos.

Tarefas complexas

O estudo comparou 56 crianças autistas com 56 crianças que não tinham a doença. Todas elas tinham entre 8 e 15 anos de idade.
Enquanto as crianças com autismo - que sabiam ler, falar e escrever - tiveram resultados tão bons quanto ou até melhores que as demais crianças nos testes básicos, elas tinham dificuldade nas tarefas mais complexas.
Os autistas tiveram um excelente desempenho quando foi pedido que eles encontrassem objetos pequenos numa figura cheia de desenhos ou quando tinham que encontrar o personagem principal nos livros "Onde está Wally?".

Mas eles achavam extremamente difícil identificar as diferenças entre imagens de pessoas parecidas.
Os autistas também tinham bons resultados em gramática e nos ditados, mas não conseguiam entender figuras de linguagem e tinham problemas de caligrafia.

Falha nas conexões

A especialista em neurologia e psiquiatria da School of Medicine na Universidade de Pittsburgh (EUA), Nancy Minshew, que dirigiu a pesquisa, afirmou que as descobertas mostram que o autismo não deve ser compartimentalizado devido à sua complexidade.
"Nosso trabalho revela fortes indícios de que o autismo não é uma desordem de interação social, mas uma desordem global, que afeta a maneira como o cérebro processa a informação que recebe - especialmente quando a informação é mais complexa", diz ela.

A equipe de pesquisa já havia descoberto, através de exames analisando a estrutura do cérebro, que os autistas apresentam anormalidades nas conexões neurológicas.
Isso explicaria porque as crianças do estudo tinham bons resultados em testes que utilizavam apenas uma parte do cérebro, enquanto iam mal nos mais complexos.

Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/story/2006/08/060816_autismo_is.shtml


Cérebro de autistas tem alterações aos 6 meses de idade

Crianças que desenvolvem a doença apresentam modificações ainda bebês

Um novo estudo feito na Universidade da Carolina do Norte descobriu diferenças significativas no desenvolvimento do cérebro aos seis meses de idade em crianças com alto risco que desenvolveram autismo mais tarde, comparado às crianças de alto risco mas que não tiveram a doença diagnosticada. 


"É uma descoberta promissora", diz Jasno Wolff, líder do estudo. "Neste ponto, é um passo preliminar mas enorme em direção ao desenvolvimento de um biomarcador para risco para diagnosticar a doença", acrescenta. 


O estudo também sugere que o autismo não aparece repentinamente nas crianças pequenas, mas se desenvolve ao longo do tempo durante a infância. Isso aumenta a possibilidade "de sermos capazes de interromper o processo com uma intervenção adequada", diz. 


Os resultados são os mais recentes do estudo em andamento Infant Brain Imaging Study (IBIS). Os cientistas avaliaram 92 crianças que tinham irmãos mais velhos com autismo e que, portanto, eram considerados de alto risco para a doença. Eles passaram por exames de ressonância magnética aos 6 meses de idade e testes de comportamento aos 24 meses. A maioria também passou novamente por exames de imagem aos 12 e 24 meses. 


Com dois anos de idade, 28 crianças (30%) preencheram os critérios desordens do autismo, enquanto 64 (70%) não. Os dois grupos tinham diferenças no desenvolvimento das fibras da substância branca - que conectam regiões do cérebro. 


"A evidência, que implica múltiplos caminhos de fibras, sugere que o autismo é um fenômeno do cérebro todo e não de regiões isoladas", diz Wolff.

13 fevereiro 2012

A Rotina diária do Willian Samuel o Autista.wmv

este video é alguns momentos que filmei sobre a rotina diária do willian. o video não está perfeito pois sozinha pra filmar ele segurando na mão dele ao mesmo tempo, as vezes treme muito o video mas quero aqui compartilhar a vida do willian com tds aquele que tem de alguma forma contribuido com ajuda e visitando o blog e o perfil dele no face obrigada a tds pelo carinho vcs fazem a diferença! ofereço a Conceição Amaro a a mãe da ConceiçãoTerezinha Souza Rangel Ao Fernando Davi a Davi coutinho Moacy e a tds enfim obrigada!!
http://www.williansamueloautista.blogspot.com/
https://www.facebook.com/williansamuel.esperdiao
comunidade no orkut
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=101974475
google +
https://plus.google.com/u/0/b/105316279607483394972/

11 fevereiro 2012

Esclarecimento sobre autismo

O que Bill Gates, Einstein, Newton e Beethoven têm em comum? Síndrome de Asperger, você sabe o que é isso?

Ruptura com os processos de socialização, comunicação e aprendizado são sintomas marcantes.

 A Síndrome de Asperger (SA) faz parte dos Transtornos Invasivos do Desenvolvimento (TID), conforme classificação norte americana, que são transtornos que afetam o desenvolvimento típico, ou normal da criança. 

Na classificação da Organização Mundial de Saúde (OMS), é chamado de Autismo Atípico, ou seja, há menos sintomas do que o quadro completo de autismo.Os sintomas consistem em dificuldade de interação social recíproca, ou seja, a pessoa interage, mas, sobretudo uma interação unilateral, mantendo uma dificuldade de perceber e compreender o outro.

Há também um foco de interesses restritos e, muitas vezes, pouco habituais, como interesse invasivo em eletrônica, animais, ar condicionados etc.

Outro sintoma perceptível é a comunicação centrada no interesse da própria pessoa, sem considerar muito a reciprocidade na comunicação, sem levar em conta o interesse do interlocutor. Não há déficit cognitivo nas pessoas com Síndrome de Asperger

.Alguns Sintomas

•Dificuldade de interação ou isolamento social;

•    Mantém interesse exaustivo em um único assunto;

•    Dificuldade de adaptação a mudanças, eles são extremamente sistemáticos;

•    Em alguns momentos, parece não escutar quando falam com ele;

•    Dificuldade em entender palavras em sentido figurado, eles entendem tudo no sentido real;

•    Dificuldades com a linguagem; costumam começar a falar tarde.

Na adolescência, essas pessoas podem precisar de acompanhamento psicológico, o que pode ser necessário também em qualquer etapa da vida, mas somente se se sentirem desadaptadas, diferentes dos demais, o que pode gerar baixa autoestima e depressão. No que se refere à educação escolar, não e necessário escola especializada, mas sim inclusão em escola regular.

A maioria das pessoas imagina que os indivíduos com SA desenvolvem talentos especiais e surpreendentes, mas, essa característica ocorre em casos excepcionais. Faz parte da síndrome um foco de interesses restritos e persistência em um mesmo tema e, quando isso é associado a uma inteligência superior, produzem coisas diferentes da maioria.

Na próxima classificação norteamericana, que será lançada em 2013, o manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (DSM-V), não existirá mais o termo Síndrome de Asperger, pois essa condição será incluída como Transtornos de Espectro do Autismo, que será então graduado em leve, moderado ou grave, conforme o comprometimento adaptativo que o indivíduo apresente. Visionários, pesquisadores e artistas de sucesso como Bill Gates, Einstein, Newton e Beethoven tiveram o diagnóstico de Síndrome de Asperger.

É importante, sobretudo a percepção e compreensão das diferenças entre todos os seres humanos, afinal somos todos muito diferentes, alguns mais, outros menos. Estar perto de pessoas que tenham as mesmas diferenças nossas traz uma sensação de pertencer a um grupo, de não se sentir isolado, o que faz bem, pois não nos sentimos estranhos. Logo, é possível que indivíduos com Asperger tenham um sentimento de pertencimento quando próximos de pessoas com características similares às dele. 

Dicas para as mães 

O bebê já pode mostrar sinais de dificuldade de interação, quando, por exemplo, ele não reconhece a voz ou o rosto da mãe, não se antecipa à mãe ao pegá-lo no berço, parece não escutar quando chamado, não acompanha o rosto da mãe ao se movimentar. Ao perceber esses sintomas no filho, a mãe deve procurar um psicólogo, psiquiatra ou neuropediatra especializado em autismo.

fonte: http://www.isaudebahia.com.br/noticias/detalhe/noticia/o-que-bill-gates-einstein-newton-e-bethoven-tem-em-comum-sindrome-de-asperger-voce-sabe-o-que/

 

A inclusão social dos portadores de problemas mentais

Especialista descreve o cenário atual do modelo assistencial em saúde mental

Quando se fala em manicômio, logo vem à cabeça um cenário de alienação da realidade e de desrespeito aos direitos humanos vistos em filmes como “Bicho de Sete Cabeças” (Laís Bodanski), que foram buscar, em fatos, a triste verdade sobre parte dessas instituições. E foi na tentativa de acabar com o sofrimento de doentes mentais, com a privação da sua subjetividade e do convívio social que foi criado o movimento antimanicomial, que é comemorado no dia 18 de maio. O objetivo do movimento seria acabar com os manicômios e devolver a cidadania, os deveres e direitos aos seus antigos pacientes.
No campo das ideias é um objetivo nobre, mas de execução complexa. Para devolver esse paciente à sociedade, não basta quebrar correntes e abrir portões, mas serem criadas  condições para que essas pessoas continuem seus tratamentos de maneira adequada. Que recebam medicamentos e atendimento de urgência de qualidade quando for necessário. Porém, o que se vê no momento não é isso.
Para devolver esse paciente à sociedade, não basta quebrar correntes e abrir portões, mas serem criadas condições para que essas pessoas continuem seus tratamentos de maneira adequada.
O Brasil e a Bahia estão bastante avançados no processo de fechamento de hospitais psiquiátricos  e, com isso, diminuiu-se, também, drasticamente o número de leitos. O Ministério da Saúde estima que, desde 2001, quando foi criada a lei que extingue as instituições psiquiátricas, 17 mil leitos tenham sido fechados.
Hoje, de acordo com dados da Secretaria de Saúde do Estado, a Bahia conta apenas com mil leitos. Em Salvador, são 400, um número insuficiente, se levarmos em conta o tamanho da população baiana. De acordo com o Censo 2010, somos cerca de 41 milhões de habitantes no Estado, o que nos deixa com uma a média de um leito para cada 14 mil pessoas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a relação seja de um leito psiquiátrico para cada grupo de mil habitantes.
Na teoria, esses leitos e hospitais deveriam ser substituídos por Centros de Atenção Psicossocial (Caps), que têm como objetivo atender os pacientes diariamente, mas sem a necessidade de internação, e reinseri-lo socialmente por meio do acesso ao “trabalho, lazer, exercício dos direitos civis e fortalecimento dos laços familiares e comunitários”, como afirma o Ministério da Saúde. Porém o que se vê no cotidiano é o não funcionamento desses centros e uma desassistência aos portadores de transtornos mentais.
Os Caps, classificados em 1, 2 e 3, existem em pequeno número. No Brasil apenas 11 estados contam com unidades do tipo 3, mais adequadas para o atendimento de urgência. Em Salvador, entre as 18 unidades em funcionamento, há apenas um Caps 3. Além disso, em muitos centros, as estruturas físicas e instalações são inadequadas e, as equipes, reduzidas. Assim, pacientes em mania ou psicóticos deixam de receber tratamento adequado e passam a representar perigo para si e para suas famílias, que em geral não estão preparadas para contê-los.
Da mesma maneira que pessoas com outras enfermidades têm o direito à internação hospitalar, portadores de transtornos mentais graves também devem ter. Mas, é claro que esse problema atinge apenas as classes mais baixas, pois quem tem dinheiro pode conseguir uma internação em clínica particular.
Na Bahia, são apenas 400 médicos psiquiatras, quando, de acordo com a Associação Psiquiátrica da Bahia, deveriam ser 1.260 atuando no serviço público.
O fechamento indiscriminado e sem planejamento de vagas em hospitais psiquiátricos trouxe também outra consequência. Sem ter para onde ir e sem a criação de lares abrigados (casas em que moram cerca de cinco pacientes e técnicos de enfermagem), nota-se um aumento do número de pessoas com doenças psiquiátricas a perambular pelas ruas.
Junte-se a isso a falta de profissionais especializados em psiquiatria e teremos um quadro ainda mais difícil para a saúde mental no País. Na Bahia, são apenas 400 médicos psiquiatras, quando, de acordo com a Associação Psiquiátrica da Bahia, deveriam ser 1.260 atuando no serviço público. Dessa maneira, é possível dizer que a doença mental não é um problema social, mas sim a desassistência a que estão submetidos os seus portadores.
História do movimento antimanicomial
Houve um tempo em que os loucos eram recolhidos aos leprosários com outras pessoas que também eram inconvenientes à sociedade. A criação de locais específicos para pessoas com doenças mentais só foi começar a existir a partir do século XIII, mas as condições não melhoraram.Eles continuaram sem receber tratamento médico adequado e as instalações podiam muito bem ser comparadas a depósitos.

Foram necessários mais cinco séculos para perceberem que havia algo errado e desumano nessa história. Foi na França, em 1794, que Phillipe Pinel removeu as habituais correntes que prendiam os pacientes.  A partir dos anos 1960, na Itália, o psiquiatra Franco Basaglia propôs o fim dos manicômios e da exclusão social dos portadores de sofrimentos mentais, dando início ao que é conhecido hoje como movimento antimanicomial.
No Brasil, essas ideias começaram a ser discutidas a partir dos anos 1970 e, em 1989, o deputado Paulo Delgado apresentou o primeiro projeto de lei que propunha a extinção dos manicômios do País. Esse projeto, depois de algumas modificações tornou-se a lei nº 10216/2011, aprovada em 6 de abril de 2001, e “dispõe sobre a proteção das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental”.

fonte:http://www.isaudebahia.com.br/noticias/detalhe/noticia/18-de-maio-dia-da-luta-manicomial/

Os diferentes graus de autismo - parte 1

Parte 1

Parte 2

Asperger: uma história de superação de uma mãe e seu filho

Por Camille Groetaers


Minha história não é diferente de nenhuma outra mãe de filho especial, autista. Felipe nasceu no dia 1º de maio de 2005, muito amado, saudável e fofo! Com apenas um aninho e meio, já era fissurado por ventiladores e rodava as mãozinhas para imitar o movimento da hélice. Achávamos engraçadinho, mas ao mesmo tempo estranho. Com dois anos resolvi matriculá-lo numa escolinha para ele começar a se socializar, ter contato com outras crianças. Depois de alguns meses, a professora me chamou pra conversar e me disse que Felipe se isolava, gritava muito e sua atenção era focada nos ventiladores da sala. Recomendou-me uma neuropediatra e não me falou nada de sua suspeita de autismo.

Assim o fiz, levei-o ao tal médico, que nada viu de errado com meu filhote, apenas me disse que ele era uma criança normal como todas as outras, pois falava, andava, tinha os reflexos perfeitos... Fiquei aliviada, mas aquele interesse restrito por ventiladores me chamava a atenção.

Um dia, uma conhecida contou-me que seu sobrinho, que tinha uma fissura por banheiros, foi diagnosticado com autismo.  Como toda mãe, fui pra internet, pesquisar e me deparei com muitas características de autismo no Felipe. Entrei em choque, chorei, gritei e entreguei nas mãos de Deus.

Depois de alguns meses, conheci a Associação de Pais de Autistas e Deficientes Mentais (APADEM) e levei meu filho para uma consulta com uma psiquiatra especialista em autismo. A essa altura eu queria mesmo uma reposta, pois sabia que meu filho precisava de ajuda. 

Em meio a dificuldades para encontrar um diagnóstico, conheça o depoimento de Camille, uma mãe que aprendeu a conviver com o Asperger do filho.

 



Com três anos, Felipe foi diagnosticado como portador da Síndrome de Asperger, um transtorno do espectro autista, diferenciando-se do autismo clássico por não comportar nenhum atraso ou retardo global no desenvolvimento cognitivo ou da linguagem do indivíduo.


Diante desse diagnóstico, tive meus medos, insegurança, depressão... Mas logo pensei que o progresso e o sucesso do meu filho dependiam de mim e que eu teria de estar bem para começar a luta. Felipe começou com todas as terapias necessárias e, em apenas dois meses, percebemos o sucesso! Sua vitalidade, seu carisma e vontade de vencer fizeram com que ele superasse todas as etapas. Hoje, com seis anos, venceu mais uma batalha: a sua alfabetização foi um sucesso!


Algumas mães e avós me procuram para conversar sobre autismo. A primeira coisa que falo é que Deus sempre tem um propósito. O propósito que Ele fez em minha vida foi me dar esse filho maravilhoso que me ensina a cada dia. A cada brilho nos seus olhos é uma felicidade infinita...


Obrigada Felipe Groetaers Costa por me fazer uma mãe tão feliz e tão especial!
Camille mantém um blog no qual compartilha sua relação com seu filho e o Asperger. Leia aqui


Veja um vídeo em que Camille e Felipe participaram de uma campanha sobre a conscientização do autismo.


Fonte: http://www.isaudebahia.com.br/noticias/detalhe/noticia/asperger-uma-historia-de-superacao-de-uma-mae-e-seu-filho/

Exame de sangue realizado em grávidas detecta quatro síndromes congênitas nos fetos

Um exame de sangue especializado feito em grávidas conseguiu resultados até 100% precisos na detecção de quatro síndromes –inclusive a de Down– nos fetos.